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Carbono neutro: sede da L’Oréal Brasil, no Rio, passa a operar com energia elétrica renovável e zera emissões de CO2

06 de fevereiro de 2019

A previsão é que, ainda no primeiro trimestre de 2019, o sistema de fornecimento de eletricidade do Centro de Pesquisa e Inovação também seja migrado

A Sede da L’Oréal Brasil, no Rio de Janeiro, zerou todas as emissões de CO2 com a migração para uma fonte de eletricidade renovável. Isso quer dizer que, a partir de agora, não haverá consumo de nenhum combustível de fontes fósseis para geração de energia no prédio (de acordo com a metodologia do Grupo). Desde 2013, a Companhia tem buscado novas tecnologias e dedicado recursos para transformar e deixar sua produção mais sustentável e com o mínimo impacto ao meio ambiente. A fábrica de São Paulo e os dois Centros de Distribuição do Rio já operam com eletricidade verde e a previsão é que, ainda no primeiro trimestre de 2019, o sistema de fornecimento de eletricidade do Centro de Pesquisa e Inovação também seja migrado.

A energia elétrica renovável é gerada em uma usina eólica – que transforma a energia do vento em energia útil – no Ceará. O novo sistema passou a funcionar a partir da migração para o Mercado Livre de Energia, como explica Caio Lima, Analista de Projetos de Infraestrutura da L’Oréal Brasil e responsável pelo projeto: “A usina do Ceará gera toda energia necessária para nossas unidades e insere no sistema que interliga o Brasil inteiro (Sistema Interligado Nacional – SIN). Desta forma, conseguimos alimentar nossa Sede e outras unidades que operam no Mercado Livre de Energia”.

L’Oréal Brasil já reduziu em 68% a emissão de CO2 na atmosfera

A L’Oréal Brasil já alcançou o compromisso internacional estabelecido pelo Sharing Beauty With All de reduzir em 60% as emissões de CO2 até 2020 – com diminuição de 68% até agora-, mas acredita que essa deve ser uma preocupação constante: “Entendemos que podemos otimizar ainda mais nosso consumo de energia com a melhoria de processos internos”, destacou Caio.

No ano passado, a Companhia inaugurou uma usina de painéis solares com 2.400 m2 de extensão no Centro de Pesquisa e Inovação. O sistema é equivalente a 26 mil árvores plantadas e evitará a emissão de mais de mil toneladas de CO2 na atmosfera no período de 25 anos, tempo de vida útil das placas. A previsão agora é iniciar, ainda em 2019, a construção da maior usina solar do Estado de São Paulo. A expectativa é que o sistema possa fornecer 30% do consumo de energia elétrica da fábrica da L’Oréal.

A Sede e o Centro de Pesquisa e Inovação também alcançaram recentemente o LEED Gold, uma certificação que reconhece que os prédios estão de acordo com padrões globais de sustentabilidade. Entre as iniciativas estão sistemas inteligentes para redução de consumo de energia, aproveitamento de iluminação natural, além equipamentos para diminuir o consumo de água.

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