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Laboratório flex: entenda o modelo de trabalho do time de Pesquisa e Inovação da L’Oréal Brasil

29 de setembro de 2018

Ambiente facilita a locomoção de equipamentos e de pesquisadores para acelerar desenvolvimento de produtos

Um conceito completamente novo de trabalho foi adotado dentro da área de Pesquisa e Inovação da L’Oréal Brasil no ano passado: o de laboratórios flexíveis, que permite uma maior interação entre os pesquisadores e colaboradores dos projetos das marcas da Companhia. A proposta foi de transformar todos os laboratórios em um único e extenso ambiente, sem divisões entre as áreas para facilitar a troca de experiência e acelerar o desenvolvimento de fórmulas e produtos inovadores. Esse ambiente permite a locomoção de móveis, equipamentos para se adequar às necessidades do projeto ou atividade. As pias também podem ser locomovidas, já que as tubulações são todas aéreas e conectam-se pelo teto. O laboratório do Brasil é completo e já é um modelo de referência para outros países por agregar todos os times de pesquisa – das categorias tratamento capilar, coloração capilar, alisamentos e controle da forma do cabelo, Proteção solar, Desodorantes e Maquiagens – em um só espaço.

A nova forma de trabalho já trouxe resultados positivos nos processos de desenvolvimento de uma nova fórmula. “Pelo fato de estar com uma grande interação, os times de inovação e desenvolvimento, trabalhando com diferentes tecnologias, conseguem identificar uma possibilidade de lançar um produto mais rapidamente. Isso só é possível porque os times estão trabalhando mais próximos”, contou Leandro Carvalho, Gerente de Pesquisa e Inovação Haircare.

Nos laboratórios flexíveis, equipamentos e profissionais podem locomover-se facilmente

Imagine um grande laboratório humanizado com paredes de vidro, cercado por um grande escritório sem divisões entre os times: essa é a estrutura dos laboratórios da L’Oréal Brasil. Para Leandro, a maior vantagem é que o ambiente compartilhado se adapta a cada novo projeto sem precisar de obras. Ele destaca, ainda, como os laboratórios flexíveis permitem maior interação entre as equipes. “Isso acontece no dia a dia. Se um time acha um caminho superinteressante, trabalhando do lado de um outro colega ele consegue compartilhar, naquele momento, uma descoberta, e discutir análises e formulações que geram insights para novos projetos. Então, de certa forma, desenvolve as pessoas para planejar mais”, explicou. “Esse modelo de trabalho já é algo que a L’Oréal Brasil vem desejando há muito tempo porque um dos nossos objetivos é intensificar a colaboração entre as equipes e entre as pessoas. Você consegue modificar o laboratório muito rápido e, como são muitas pessoas, é um desafio muito positivo porque traz o espírito de equipe”.

Expectativa é que laboratórios flexíveis sejam referência no trabalho de pesquisa e inovação de cosméticos

De acordo com Leandro, o laboratório flexível do Brasil é um dos mais modernos e recentes das unidades internacionais da L’Oréal. Por isso, a ideia é que o modelo do Brasil seja referência em relação à pesquisa e inovação de cosméticos. “Nossa maior expectativa é usar, ao máximo, essa facilidade que temos aqui, que é extremamente moderna, mas de forma compartilhada para trazer novas ideias e inovações. Além disso, o fato de ter todo mundo no mesmo ambiente torna mais fácil a criação de uma cultura única de segurança, de respeito, de prevenção a acidentes onde todos precisam ter a mesma filosofia, a mesma forma de trabalhar, a mesma rotina de treinamentos. Então, isso traz um enriquecimento muito grande para o funcionário”, ressaltou.

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